É ingênuo pregar posturas preservacionistas extremas que visam defender a natureza afastado dela a presença humana e bloqueando o desenvolvimento econômico. Mas também é imoral, compactuar com formas predatórias de exploração da natureza, pois a exaustão de recursos naturais e da biodiversidade provocaria o desaparecimento da vida humana. Assim sendo, há que estabelecer mecanismos fortes de indução, fiscalização e gestão racional de uso do território (legislação) e dos recursos naturais. Desenvolver uma metodologia dinâmica que proporcione o uso planejado da ocupação territorial, da exploração dos recursos naturais e das potencialidades econômicas, de forma participativa, é o desafio na busca do desenvolvimento sustentável. Para orientar o desenvolvimento sustentável é necessário planejar as ações.
Neste contexto, três ações básicas se fazem necessárias:
• Um zoneamento ecológico, que visualize espacialmente as condições de uso do território em questão;
• Um inventário visualizado dos recursos naturais, da infra-estrutura básica e turística, da cultura, arte e folclore e das atividades potenciais do espaço.
• A discussão do uso do espaço e dos recursos com a sociedade, (planejamento participativo). Estas ações, representam as ferramentas para um planejamento que busca um desenvolvimento sustentável.
Neste contexto, três ações básicas se fazem necessárias:
• Um zoneamento ecológico, que visualize espacialmente as condições de uso do território em questão;
• Um inventário visualizado dos recursos naturais, da infra-estrutura básica e turística, da cultura, arte e folclore e das atividades potenciais do espaço.
• A discussão do uso do espaço e dos recursos com a sociedade, (planejamento participativo). Estas ações, representam as ferramentas para um planejamento que busca um desenvolvimento sustentável.













